Resenhando: Cidades de Papel

15:37

Oi pessoal, faz um tempo que eu comprei alguns livros e devorei quase todos, mas esqueci de resenhar. Agora eu peguei o embalo que vou postar tanta resenha que vocês não aguentarão mais hehehe. A do dia é de Cidades de Papel do John Green, aquele mesmo do lindo A Culpa é das Estrelas.
O cara veio para mostrar que não é autor de uma história só e que seus outros livros merecem muito destaque também. Eu li quase todos dele e reparei que eles seguem uma linha de "viva a vida da sua maneira" e que os personagens têm aquela coisa de querer alcançar um papel significativo no mundo, ou simplesmente na vida de alguém o que eu acho incrível. Além de ser bacana ele conseguir seguir essa filosofia em seus livros.


Em Cidades de Papel Quentin Jacobsen tem uma paixão platônica pela vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman que ele conhece desde os dois anos de idade. Eles acabam se enturmando com grupos diferentes na escola e perdem aquele contato que tinham quando crianças, até que em uma noite Margo Roth Spiegelman (Quentin pronuncia o nome dela completo praticamente o livro todo o que dificultou minha vida) invade o quarto do garoto convocando-o para uma missão de vingança. No dia seguinte o paradeiro de Margo era desconhecido, ela tinha desaparecido mais uma vez deixando a Q a missão de encontrá-la, pelo menos é o que ele acha.


O livro é dividido em 3 partes, a primeira parte é a da vingança que é super divertida, Margo é uma garota extremamente criativa. A segunda parte é do Q tentando descobri para onde Margo foi, devo alertar que é bem paradinha e cheia de dúvidas existenciais. E a terceira parte é ele indo até o encontro dela onde a emoção volta ao livro.
Eu adorei o livro porque gosto de personagens enigmas que fazem toda uma idealização na cabeça dos outros e no fim são completamente diferentes, mais do que descobrir para onde ela foi eu queria saber os motivos. Sem contar que eu virei uma buscadora de cidades de papel (quem quiser saber o que é deixe um comentário e eu responderei, se não perde o encanto ler).


Não é o melhor livro dele AMO/SOU Alaska, mas vale pelo entretenimento e conhecimento. Sem contar que o Quentin tem uns amigos muito loucos que deixam as coisas mais leves e divertidas.

Quem aí já leu, vai ler ou está lendo? Não deixe de contar o que achou!

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